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Breaking News: Toto Wolff fora da equipe Mercedes #F1

28/05/2020

Breaking News: Toto Wolff fora da equipe Mercedes #F1

A neblina vai se dissipando. E as imagens (ou cenários) vão ficando mais claras para as próximas temporadas da Fórmula Um. Como o Amigos da Velocidade reportou ainda nesta semana, a Mercedes não está mais interessada em sua equipe na categoria-mor do automobilismo.

E a notícia desta quinta-feira (28), oriunda na imprensa alemã e já espalhada pelo mundo, sinaliza que Toto Wolff não renovará seu contrato com a Mercedes-AMG Petronas F1 Team ao final de 2020. Sim, Toto não será mais um dos homens fortes da principal série dos esportes a motor.

Ou vai?

O destino de Wolff, em princípio, parece incerto. Mas, não é bem assim. Como ele é dono de 30% da equipe Mercedes acredita-se que ele continuará como uma espécie de conselheiro do time alemão. Como era, por exemplo, o lendário Niki Lauda… tá…

Nos bastidores, por outro lado, espera-se uma manobra financeira de Wolff e do bilionário Lawrence Stroll para a compra dos 70% de ações da equipe que pertence ao grupo Daimler AG — dono efetivo da marca de automóveis Mercedes.

O estratagema envolveria uma troca de ações, se assim podemos chamar, entre a Aston Martin (fala-se em 5%) e a Daimler. Ou seja, a empresa germânica passaria a ter 5% da montadora britânica pela permuta de seus 70% do time de F1.

Ahhh… importante dizer que Lawrence Stroll é o dono da Aston Martin.

De bom, tudo. De ruim, nada.

Na linguagem corporativa popular, esta é a famosa negociação win-win (ganha-ganha). Uma transação onde todos os envolvidos ganham e ficam absolutamente satisfeitos.

A perceber: 1) Toto Wolff continua com 30% de uma equipe vencedora e, claro, será o chefão esportivo. Ele sai, mas não sai da Mercedes (que certamente mudará de nome). 2) Lawrence Stroll garante uma equipe estruturada e vencedora para seu filho. 3) A Daimler corta custos, ainda ganha uns caraminguás e passa a ser somente fornecedora de motores na categoria máxima.

A ver!

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Jornalista. Abril, UOL, Yahoo, Estadão, Correio Paulistano.
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